Mais do que Instantes - Resenha

Fala galera! Depois de longas semanas, voltamos aqui para apresentar para vocês o melhor de nossas leituras.

Antes de mais nada, devemos explicações. Quem nos acompanha no Facebook soube que estivemos de luto pela perda de um de nossos familiares, e por isso acabamos nos afastando bruscamente. Agora, depois de tanto tempo, venho trazer-lhes a resenha de um livro que li em menos de um dia e que realmente adorei a leitura. Estou falando de:

Mais do que Instantes de Débora Macedo Afonso
Por: Iago Victor

Sim, esse excelente livro é a continuação da história de Fomos Instantes, e se você ainda não conhece a primeira parte então clique AQUI e confira a resenha que fizemos sobre o primeiro livro.

Agora, sobre minhas considerações sobre o livro, saibam que já de cara eu amei a história. Sim, o li em apenas um dia (algumas horas na verdade) e posso dizer que poucos foram os livros que me cativaram desse jeito.

Para um leitor inicial, eu recomendo fortemente que você leia o primeiro livro, caso contrário não entenderá o enredo. Recomendo também que você tenha conhecimento sobre a literatura portuguesa, isto é, aos vocabulários e expressões da língua portuguesa, que são deverás distintos do vocabulário português. Dadas as dicas, vamos lá!

O texto é maravilhosamente bem escrito, segue a mesma linha de prosa da primeira obra, os personagens evoluíram grandemente em relação ao livro anterior, e essa evolução pode ser vista de forma ampla na Vitória. Há uma evolução de caráter e de pensamentos, de aprimoramento profissional e pessoal da personagem, o que já difere de sua impressão, e que é justificável porque ela amadureceu.

Houve a evolução de Diego dentro da história também, quem leu o primeiro livro já devia saber qual seria o papel dele dentro desse novo enredo, não era totalmente previsível, mas já havia uma prévia de uma possível ascensão dele dentro de Mais do que Instantes.

Agora houve também uma grave digressão de papel, de Guilherme como personagem e como pessoa. Essa digressão também se justifica já que a narrativa é feita em primeira pessoa, na voz de Vitória, como ela não é um narrador onisciente e ao decorrer do enredo ela se distancia de Guilherme, seu papel sofreria o mesmo encolhimento. 

A proximidade de narrador é a clássica inserção de narrativa em primeira pessoa. Você se sente como a Vitória em todos os momentos, o que é  bem empolgante em alguns momentos e triste em outros. Eu, particularmente, gosto do tipo de narrativa em primeira pessoa.

A história começa em In Medias Res, do latim "no meio das coisas", ou seja, a história em seu início já começa no meio dos acontecimentos, mais precisamente no fim da história, mas usei o termo In Medias Res porque a digressão narratológica feita no livro nos remete que o fim também é o meio da história.

O enredo é empolgante e muito cativante. Você lê. Você se apaixona. É exatamente assim.

Eu fiquei triste com parte da história, por motivos pessoais, e que serão explicados na vídeo resenha postada nos próximos dias, assim como os comentários sobre os easter egg's que encontrei ao longo de todo o livro.

E por fim, para que vocês conheçam mais sobre o livro, confiram o Book Trailer e para quem quiser adquirir o livro, basta contactar a autora nos dados que aparecem no vídeo ;)


E fiquem ligados que ainda essa semana sairá a vídeo resenha :D

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Sobre Fixação Literária

Fixação LiteráriaSomos jovens escritores que almejam um lugar nesse vasto campo que é o universo literário e termos a chance de acrescentar na amargura do mundo uma gota de criatividade, duas colheres de elegância e uma pitada de imaginação. Créditos imagem - Mell Galli
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